terça-feira, 17 de julho de 2018

LANÇAMENTO DO LIVRO ALICERCE: História de Edméa e Ferraz Filho

Texto de Antonio Gallas
                    Mais um grande evento cultural com a participação e apoio da Academia Parnaibana de Letras aconteceu no sábado passado, dia 14, em Parnaíba: o lançamento do livro ALICERCE: História de Edméa e Ferraz Filho de autoria de Fernando Ferraz que é membro da Academia Parnaibana de Letras, do Instituto Histórico de Oeiras e da Academia Cearense de Cultura.
                    O evento que teve lugar no Núcleo de Cinema e Experimentação Cênica  Edméa Ferraz do Sesc Caixeiral,  foi bastante prestigiado por autoridades, intelectuais, membros da APAL, representantes do Lions Clube de Parnaíba, do Clube do Talento, familiares dos homenageados e  de pessoas gradas da sociedade parnaibana.
 
 
 
                    O presidente da Academia Parnaibana de Letras, jornalista e escritor José Luiz de Carvalho abriu a solenidade dizendo da sua  satisfação naquele encontro.  Parabenizou o autor do livro e conclamou a todos para de pé ouvirem o Hino da Parnaíba,  o qual foi cantado por todos os presentes.
 
                    A seguir usaram da palavra as seguintes pessoas: José Luis Lira, acadêmico escritor, membro da Academia Cearense de Cultura - ACECULT que falou de sua amizade com Fernando Ferraz, ressaltou fatos da vida de membros da família Memória e da importância dessa família para a cidade Guaraciaba do Norte,  localizada na região da Serra da Ibiapaba no estado do Ceará. Sobre a família homenageada no livro, o acadêmico cearense fez questão de ressaltar que,  pelos feitos de Edméa  e Ferraz Filho aqui em Parnaíba, eles mereciam uma homenagem maior da cidade,  e solicitou ao prefeito Mão Santa, presente à solenidade, que encaminhasse  mensagem ao legislativo municipal solicitando que que fosse dado ao casal, Edméa e Ferraz Filho, um Título Post-Mortem de Cidadania Parnaibana, fato que foi recebido por todos com euforia e aplausos. 
 
                   O presidente da APAL, José Luiz de Carvalho convidou os acadêmicos Alcenor Candeira Filho e  Francisco de Assis de Moraes Souza para juntos, entregarem ao José Luis Lira o Diploma de Sócio Correspondente da Academia Parnaibana de Letras na cidade de Fortaleza estado do Ceará. O homenageado  além de secretário geral da ACECULT é também um  hagiólogo, professor universitário e escritor, autor de mais uma dezena de livros,  dentre eles "A Caminho da Santidade". Como hagiólogo fez recentemente a reconstituição do rosto de Dom Pedro I.
                       O segundo a usar a palavra foi  o acadêmico Roberto Cajubá de Birto Costa, membro da APAL que fez eloquente discurso de apresentação do livro, ressaltando sempre as qualidades da família, enaltecendo a bravura e  o pioneirismo  do senhor Raimundo Ferraz. Roberto Cajubá foi bastante aplaudido em seu discurso.
                         Em seguida foi lida uma mensagem enviada pela professora Maria Gorete Ferraz, filha do casal, parabenizando o sobrinho por essa inciativa. Eis a mensagem:

 

 "Jamais poderia deixar de parabenizá-lo por esta grande obra, onde você relatou com toda contundência e veemência a história de meus pais. O que mais me chamou atenção, foi a sua luta incansável fazendo levantamentos, checando informações e com essa ousadia retratar a história de meus pais. Quero também agradecer a todos que colaboraram com as informações narradas neste majestoso livro. E quero dizer também que fiquei bastante emocionada ao ler este livro, por me retratar uma linda lembrança ao meu passado, onde fui muito feliz ao lado deles. Um abraço com todo carinho dessa tia que muito lhe admira".         
                        Depois  do belíssimo discurso de apresentação feito pelo acadêmico advogado  Roberto Cajubá da costa brito, foi a vez  do acadêmico e também advogado Fernando Ferraz usar da palavra e explicar aos presentes o  porque  de  escrever um  livro retratando a vida de seus avós.
 
                             Fernando Ferraz relatou que  o desejo de escrever um trabalho sobre a vida do seu patrono deu-se desde quando ele tomou posse como membro da APAL  em julho de 1984, tendo em vista que a cadeira que ocupa na Academia Parnaibana de Letras, a de número 26, tem como patrono,   seu avô, o Jornalista Raimundo Ferraz Filho e que este desejo  tornou-se mais intenso após o falecimento de sua avó, a professora Edméa Memória Ferraz. Agradeceu a todos que o incentivaram e o ajudaram a realizar a obra,  e por fim,  um agradecimento especial à  dra. Cláudia, sua esposa pela  parceria e a dedicação, que muito o  auxiliou nas pesquisas, formatação e revisão do, além de ter sido a figura central na organização das recepções que realizaram  nos quatro lançamentos de  ALICERCE - História de Edméa e Ferraz Filho, em Fortaleza (26/4/18), Teresina (7/6/18), Oeiras (8/6/18), e em Parnaíba (14/7/18). Palavras do autor: “Devo, assim, à Cláudia, amor da minha vida, parte significativa do sucesso que tem sido este livro”.
 
 
                                                           
  
                         Finalmente,   usou da palavra o acadêmico e prefeito mão santa,   que se fazía acompanhar da primeira dama adalgisa moraes souza. mão santa que também é membro da academia parnaibana de letras teceu muitos elogios à família ferraz destacando as qualidades e o pioneirismo da professora edmea,  de  quem inclusive, fora aluno.  

                              Após os discursos deu-se início à sessão de autógrafos ao tempo em que um farto coquetel era servido. a sessão de autógrafos e o coquetel foram acompanhados com música de boa  qualidade a cargo dos músicos bethoven ao piano e gregório neto no violão.

                              O lançamento do livro alicerce: história de edméa e ferraz filho constituiu-se de fato num grande momento cultural e social com a participação da Academia Parnaibana de Letras, do Instituto Histórico de Oeiras e da Academia cearense de Cultura.


 

sábado, 14 de julho de 2018

Semam descobre Floresta Fóssil às margens do Riacho São Vicente

 A Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semam) está fazendo estudos numa área às margens do Riacho São Vicente onde foi localizada uma nova Floresta Fóssil. O local guarda petrificações em posição vertical, que se assemelham a troncos vegetais fossilizados e fica no povoado Boqueirão, zona Rural de Teresina. É a primeira Floresta Fóssil encontrada na Capital, além da que existe às margens do Rio Poti.

 O afloramento foi identificado por um morador do bairro Socopo, juntamente com a proprietária do sítio onde estas petrificações se encontram. Foram eles que primeiro fizeram os registros e encaminharam à Semam para que as equipes se dirigissem até o local e iniciassem os estudos, que serão coordenados por um grupo de paleontólogos.
 O secretário da Semam, Olavo Braz, esteve no local e relatou que no momento, as equipes estão tentando confirmar se existem outras petrificações nas proximidades. “Fica em uma área bastante preservada, em uma propriedade particular, onde não existem sinais de degradação”, explicou.
 Vale lembrar que Teresina já se destaca das demais cidades brasileiras por ser a única Capital a possuir um sítio paleontológico em seu perímetro. Com a descoberta de mais esta floresta fóssil às margens do Riacho São Vicente, a capital piauiense entra em um novo patamar no que respeita às áreas de preservação de formas de vida antigas.


Fonte: portalodia.com

Whindersson Nunes ajuda fã teresinense que perdeu braço em acidente

Youtuber conheceu a professora quando fazia um show em Teresina e recebeu o pedido dela. Segundo o humorista, a prótese estética custa em torno de R$ 14 mil.


Kátia Cilene e a mãe, após professora receber a prótese.

 Whindersson Nunes ajudou a professora Kátia Cilene, que perdeu um braço em acidente entre moto e ônibus na Zona Norte de Teresina em janeiro deste ano, a conseguir uma prótese. De acordo com o humorista, ela foi até um show dele, fez o pedido e ele conseguiu assistência para realizar o desejo da fã.

 “Estava fazendo um show em Teresina e chegaram dizendo que tinha uma mulher querendo falar comigo. Ela entrou e vi que ela não tinha um braço. Ela contou do acidente e pediu uma prótese. Fiquei em uma situação que não sabia nem a quem recorrer, onde conseguir o braço”, contou Whindersson em sua conta no Instagram.
 Segundo o youtuber, a prótese estética custa em torno de R$ 14 mil. Ele relatou que enquanto tentava atender o pedido da professora, encontrou uma empresa especializada que se comprometeu a fabricar o braço.
Whindersson contou a história em seu perfil no Instagram.

“Ela chegou em um dia, tirou o molde e no outro já entregaram a prótese para ela. Estou muito feliz”, relatou o comediante em sua rede social.
Kátia estava de moto a caminho da casa da mãe, com o sobrinho de 14 anos, no dia 16 de janeiro, quando colidiu com um ônibus no bairro Jacinta Andrade, Zona Norte de Teresina. O adolescente conseguiu saltar antes do impacto e não ficou ferido. Mas a professora teve o braço esquerdo amputado após ser atingida pelo ônibus.


Fonte: g1.globo.com/pi/piaui

ARTIGO DA SEMANA

Lula e a Seleção ainda vão ficar um bom tempo na caverna.


Pádua Marques (*)

                      Agora que aqueles meninos lá da Tailândia estão sãos e salvos num hospital melhor que o Dirceu Arcoverde e a Copa da Rússia mandou pra casa com o rabinho entre as pernas a Seleção Brasileira, que bem poderia ser chamada de Vira-latas de Tite, a gente fica imaginando que tem acontecido é coisa neste mundo nessa semana, que dá vontade às vezes de rir e de chorar. Porque de repente o mundo ficou feito morcego dentro de caverna, tudo de cabeça pra baixo.


Todo mundo se emocionou com a história dos doze meninos do Javalis Selvagens, que levados pela peraltice entraram de caverna a dentro e, quando arregalaram os olhos estavam sem poder voltar e com água no meio das canelas. Ali não dava pra chamar mamãe e nem os bombeiros do major Rivelino. Era esperar pra morrer e ninguém podia, como acontece entre meninos quando fazem coisas erradas, uns mangarem dos outros.
                      A Seleção Brasileira de Futebol saiu daqui cuspindo pra cima e arrotando alto. E pra ela a caverna tem sido é longa e escura depois da fragorosa derrota pra Bélgica. Ainda tem gente que não meteu a cara pra fora com medo das vaias dos vizinhos, sem poder andar pela praça da Graça, passar pela Banca do Louro, pagar o Credishop no Paraíba ou tirar foto à noite na Praça do Amor, ali no Mirante.  
                      Mas a situação da caverna do Lula foi engraçada e de morrer de pena. Lula está naquela caverna lá em Curitiba porque se meteu à frente de uma excursão que tinha o objetivo de fazer uma montanha de coisas erradas por muitos e muitos anos. Foi fazendo e deixando fazer. E o grupo foi entrando de chão adentro e achando graça de tudo quanto era safadeza. Tudo era brincadeira e motivo de achar bonito. Uma asneira atrás da outra.


E olhe que a militância tem é trabalhado pra tirar Lula da caverna. Querem porque querem tirar Lula de qualquer jeito. A última, um desembargador muito do malandro achou de achar que todo mundo é burro. Fez igual a muitos agentes penitenciários e soldados, que por pela gorjeta gorda dos parentes do preso, relaxam na guarda e deixam o cadeado aberto pra o preso escapulir na calada da noite. Depois colocam a culpa na parede da cela.
O desembargador, que agora se sabe ser vértebra da espinha dorsal do Partido dos Trabalhadores, se aproveitando do plantão, acatou dos advogados e de amigos do Lula um pedido de habeas corpus que, se cumprido, deixaria Lula livrinho da silva, a ponto de ainda pegar o metrô, passar na padaria pra tomar uma e assistir ao jogo pela televisão. Não tem uma só pessoa, e não precisa ser especialista em Direito, que não tenha percebido a esperteza do desembargador. Pra os dois casos, ainda não foi desta vez.
(*) Pádua Marques, jornalista e escritor, membro da Academia Parnaibana de Letras e do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Parnaíba.

sexta-feira, 13 de julho de 2018

PIAUÍ EM LETRAS

  


                    Será  lançado nesta sexta-feira, 13, a partir das 18:30 horas na Livraria Anchieta no bairro de Fátima  em Teresina,  o livro PIAUÍ EM LETRAS, uma coletânea que reúne dezoito poetas e escritores piauienses oriundos das diversas regiões do Estado.
                     PIAUÍ EM LETRAS foi organizado pelo escritor e historiador  Adrião Neto e reúne crônicas,  poesias, causos, contos e ensaios. Adrião Neto é natural de Luis Correia e  com suas obras, muito tem contribuído para o desenvolvimento da literatura piauiense.
                     A apresentação do livro será feita pelo presidente da Academia Parnaibana de Letras, escritor  José Luis de Carvalho que também é um dos participantes da coletânea.
                     Espera-se que PIAUÍ EM LETRAS seja apenas o início de muitas outras obras desse gênero,  uma vez que, no Piauí,  tanto na capital, como em cidades do interior,  uma nova geração de poetas e escritores está "a todo vapor" produzindo literatura.
                      O Blog deseja muito sucesso a todos os participantes dessa magnifica coletânea literária.
Texto de Antonio Gallas

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Cajucultura no Piauí enfrenta doenças e ressecamento causados por condições climáticas

Um dos fatores agravantes podem ser as chuvas extemporâneas (fora de época).
As atividades da cajucultura no Piauí tem enfrentado dificuldades nas últimas semanas, com ocorrência de doenças nas plantas e ressecamento das flores. Um dos fatores agravantes podem ser as chuvas extemporâneas (fora de época).
O oídio é uma doença causada por fungo que, nos cajueiros, provoca manchas escuras nas folhas, que lembram manchas de cinza vegetal, em geral, em torno da nervura principal. As manchas são mais frequentes na face superior das folhas. Essas manchas vão-se unindo e recobrindo toda a superfície do limbo, como um revestimento de polvilho branco-acinzentado. A evolução do crescimento do fungo propicia o escurecimento das manchas. A doença normalmente está associada à ocorrência de baixas temperaturas e alta umidade, condições provocadas pelas chuvas fora de época.
Sintomas do oídio em folhas maduras. (Fonte: Embrapa)
A prática mais comum usada para o controle do oídio é a pulverização ou o polvilhamento com enxofre elementar, no entanto, isso só é economicamente razoável em viveiro ou em plantas muito novas e árvores isoladas com valor ornamental e/ou patrimonial.
Segundo o técnico da Emater Gilberto Santiago, o oídio ocorre em todo o estado do Piauí, mas principalmente no centro e norte. Ele também informa que até o momento ainda não é possível avaliar o tamanho dos prejuízos causados por essas adversidades para a cajucultura no estado, mas a situação preocupa a maioria dos produtores.
A outra ameaça à cajucultura no estado, dessa vez mais presente no sul, é o ressecamento das flores, que é provocado por baixa umidade.
Ressecamento encontrado em plantas em Teresina.

Fonte: redepiaui.com

35 dos 224 municípios piauienses possuem nomes de Santos

Em todo Brasil são 580 municípios com nomes religiosos. A região nordeste do país é a que possui maior porcentagem, com cerca de 34% no total.


 Festas juninas é uma das principais comemorações celebrada em todo o Brasil. As celebrações estão ligadas às tradições religiosas e tem grande representatividade no país. Essa relação entre a igreja e o povo reflete, inclusive, o nome de seus municípios. No Piauí, por exemplo, cerca de 35 dos 224 municípios, correspondente a 6% do total, possuem alguma referência a “santos” em seus nomes. Os dados são do mapeamento realizado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). 
 E não para por aí, o próprio estado piauiense tem esse nome em homenagem a um santo, é o que explica Mairton da Silva, historiador e professor da Universidade Federal do Piauí (UFPI).  “Em 1719, foi instituída a capitania de São José do Piauí, era esse o nome completo. Mas, o ‘São José’ foi apagado e ficou apenas o Piauí”, disse.

O historiador explica que a presença religiosa é um forte traço desde o início da história do Brasil. “Antes de se constituir cidade, primeiro eram vilas. E quem fundava as vilas, no período colonial, era a igreja. Aqui no Piauí, a primeira foi a Nossa Senhora da Vitória em Oeiras, que depois se tornou Vila da Mocha”, conta. 
Em todo Brasil são 580 municípios com nomes religiosos. A região nordeste do país é a que possui maior porcentagem, com cerca de 34% no total. A seguir estão, sudeste (28,8%), Sul (22,2%), centro-oeste (7,6%) e norte (7,2 %).
A vocação dos festejos juninos como produtos indutores do turismo fica mais evidente a cada ano. Esse período, entre junho e julho, tende a ter uma intensificação do movimento turístico, visto que corresponde também as férias escolares. O mapeamento realizado pela CNM aponta que em sua grande maioria, as cidades com tais nomes e celebrações juninas impulsionam o turismo e a cultura do local.

Por: Geici Mello (portalodia.com)

Piauí vence pela segunda vez o maior prêmio de tecnologia do Brasil


O aplicativo móvel Salve Maria é um dos sete premiados com o Prêmio Excelência em Governo Eletrônico – e-Gov 2018, tornando o Piauí vencedor da disputa por dois anos consecutivos, desta vez com uma solução tecnológica focada na Segurança Pública, tendo em vista que em 2017, o estado foi o grande campeão com o sistema MobiEduca, tecnologia implantada na rede de Educação do Estado para combater a evasão escolar.
Considerada a maior premiação da área de tecnologia do Brasil no setor público, o Piauí sagrou-se vencedor no Prêmio e-Gov deste ano na categoria e-Serviços, e ainda disputa o prêmio principal, que garante um valor de dez mil reais à proposta que obtiver maior pontuação. O resultado oficial será anunciado durante a abertura do 46º Seminário Nacional de TIC para a Gestão Pública – SECOP, que será realizado de 8 a 10 de agosto em Florianópolis, Estado de Santa Catarina.
O Salve Maria é uma ferramenta gratuita e de fácil manuseio, é um dispositivo que tanto a vítima como qualquer cidadão que tiver conhecimento de algum caso de agressão à mulher deve usar. O app está disponível para download na Play Store e conta com duas opções de denúncia, sendo uma o botão do pânico, que deve ser utilizado pela vítima da agressão. Ao acionar este botão, o aplicativo emite um alerta à Central de Polícia com a localização da denunciante, possibilitando que a viatura policial mais próxima do local possa atender o caso.

De acordo com os dados divulgados pela Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação (ABEP-TIC), o Salve Maria disputou a premiação com mais de 130 propostas dos demais estados do Brasil. Dos critérios analisados para que a ferramenta figurasse entre os premiados estão o ineditismo, democratização do acesso, qualidade técnica, segurança e privacidade, outros.
Para o diretor geral da ATI, Avelyno Medeiros, a nova premiação é um reconhecimento da capacidade do estado do Piauí em inovar.

Fonte: gp1.com.br

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO MARANHÃO

Sala Museológica




São Luís – Foi inaugurada nesta quarta-feira,11, às 16h, no primeiro andar do prédio “ Antônio Lopes”, sede do IHGM, localizado na antiga Rua de Santa Rita, 230, Centro, próximo à tradicional Praça da Alegria, a Sala Museológica “Profa. Eneida Canedo” que reunirá as principais e mais antigas peças como obras de arte, esculturas, fotografias, livros e mapas que compõem o acervo do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão.

O IHGM que teve o primeiro museu do estado do Maranhão, fundado em 1926, mas que ao longo do tempo e devido a várias atribulações pelas quais passou essa instituição ao longo de seus quase 93 anos, acabou se perdendo.

A gestão “César Marques”, inaugurará essa sala, fechando sua administração com chave de ouro, entregando esse novo e importante espaço para os sócios, pesquisadores, alunos e ao público em geral com o objetivo de resgatar, preservar, divulgar e disponibilizá-lo para visitação o acervo remanescente, além de estimular novas doações.

O nome da sala é uma homenagem à professora e geógrafa Eneida Vieira da Silva Ostria de Canedo, que foi professora do Curso de Geografia da UFMA por mais de trinta anos e presidente do IHGM entre 2006 e 2010, a primeira mulher a presidir a instituição, sendo sócia efetiva por quarenta anos, falecida ano passado aos 87 anos.

Com mais de quarenta itens expostos que de certa forma ajudam a contar um pouco da história do IHGM, ressalta-se os “medalhões” de 1928 com os perfis de personalidades da literatura maranhense, esculpidos pelo famoso escultor maranhense, Newton Sá. Obras de arte da década de 1940, como “ A Cruz e o Canhão” de R. S. Almeida, 1944; a galeria de fotos dos presidentes do IHGM, desde seu primeiro presidente até o atual; o busto de Eça de Queiroz que pertenceu ao escritor Antônio Lobo e foi doado ao Instituto por Arnaldo Ferreira; a Carta da Ilha de São Luís e a Planta de São Luís, coloridas, publicadas para comemorar o tricentenário do estabelecimento dos franceses no Maranhão em 1912 pelo Dr. Justo Jansen, médico e geógrafo e que pertenciam ao acervo do escritor português, Fran Paxeco e que foram doadas, entre outros itens, recentemente por sua neta, a portuguesa Rosa Machado; uma placa de mármore datada de 1911, da gestão doGovernador Luiz Domingues de reconstrução de uma escola que foi construída originalmente em 1873; o primeiro livro publicado por Mário Meireles de 1948, “O Imortal Marabá”, contendo seu discurso de posse na Academia Maranhense de letras; a primeira edição de 1870 do Dicionário Histórico-Geográfico da Província do Maranhão do historiador César Marques; o esboço publicado do escudo da Prefeitura de São Luís de 1926, elaborados por membros do Instituto, além de vários documentos do IHGM das décadas de 1950, 1970 e 1980, entre outros itens. A organização e curadoria da exposição é do professor, historiador e presidente do IHGM, Euges Lima. Parabéns ao presidente Eudes Lima por mais esta iniciativa de preservação da História do Maranhão.

HOMO CACTUS - NOVO LIVRO DE MARCELLO SILVA

Lobisomens e cangaceiros desfilam no novo livro de Marcello Silva: Homo Cactus.
 
O escritor chavalense, radicado em Parnaíba, Marcello Silva, lançará no segundo semestre deste ano, seu mais novo trabalho literário. A obra em questão se trata do livro de contos denominado “Homo Cactus” que será publicado pela editora paulista “Editorial Hope”.
O livro trás estórias e lenda da vida interiorana. São 15 contos que se comunica com o tempo e o espaço rural. “Cresci ouvindo boa parte dessas estórias. Costumava ficar observando as conversas dos meus avós e anciões da comunidade onde eu morava. Prometi que um dia eu colocaria no papel” afirmou o autor.
                    Há mistérios e suspenses em quase todos os contos, como por exemplo, em "Cangaceiro Sem Face" onde numa vila um sujeito estranho e misterioso aparece em uma noite a procura dos bisnetos do rei do cangaço; "O Lobisomem de Santa Cecília" narra a estória de fatos estranhos ocorridos na Fazenda Santa Cecília depois do aparecimento do silencioso Manoel Redondo. O amor ganha faces nos contos "O Pecado de Maria" quando a narradora vai fazer um trabalho de campo da faculdade, conhece dona Celeste e seus segredos; "Buk e as galinhas" relata a vida rotineira de dois eternos amantes. Angústia e fé nos contos "Canto do Urutau I e II" quando uma mãe ganha voz e evidencia sua dor e drama ao esperar a volta de um filho que saíra de casa há quase três décadas; "Menino Vaqueiro" baseia-se em fatos, onde narra a angustia e a fé de uma família ao procurar pelo filho pequeno que se perdera no sertão. Enfim, os demais contos seguem essa temática e estilo.
                    Para o escritor e jornalista Pádua Marques “É bonito e gratificante ler uma obra igual a esta. E a gente acaba viajando entre os contos, seus títulos, frases e as letras, por entre as veredas que ninguém nunca imagina onde vão chegar...”
                    Para o escritor e professor Carvalho Filho: “nas narrativas de Marcello Silva um universo de homens duros e práticos, embora suscetíveis à fantasia, vivendo em um mundo a um só tempo lógico e assombrado.” Mais adiante continua o professor Carvalho “Suspense e misticismo são alguns dos elementos encontrados nos contos deste volume. Quanto ao espaço, a zona rural se destaca como cenário privilegiado.”
                    Por fim, ponderou a escritora e poetisa Luana Silva:Esse abraço nostálgico que Homo Cactus nos traz é espinhoso, porém necessário. Essa resiliência que inspira, é o símbolo do sertão!”
O livro “Homo Cactus” estará disponível em breve no site do Grupo Editorial Hope (https://www.editorahope.com/ ) e será lançado no segundo semestre em Parnaíba/PI e Chaval/CE. Mais informações no blog do autor: www.marcellossilva.com.br