domingo, 12 de julho de 2020

UM FESTA DE ANIVERSÁRIO NO CÉU







Por Antonio Gallas
O céu hoje engalana-se para homenagear uma pessoa muito querida que lá já reside desde setembro 1996. Uma pessoa que durante sua passagem por esta vida terrena dedicou-se exclusivamente a AMAR e fazer o bem ao seu semelhante. 

E qual a razão do céu estar engalanado para homenagear essa pessoa?
Porque hoje, há 109 anos  na cidade de Parnaíba no Estado do Piauí nascia  Joana de Moraes Souza,  que mais tarde ficou conhecida por todos como Jeanete.
Se ainda estivesse fisicamente em nosso meio (ela está em espírito) essa festa seria realizada aqui em sua residência com a presença dos amigos, dos familiares e claro, também com a presença de DEUS.  Mas hoje está sendo no céu, ao lado do Deus, do esposo Joaz Rabelo de Souza, do filho Antonio José, da nora Maria do Carmo (dona Mana) dos pais Josias Benedicto e Alvina de Moraes Correia,  dos irmãos, de outros familiares,  e de amigos que já  residem no céu há muito tempo.
 Católica fervorosa, estudou sempre em colégio de freiras. Em Parnaíba estudou no Colégio Nossa Senhora das Graças (Colégio das Irmãs) onde fez o antigo Curso Primário, depois foi para   Fortaleza-CE onde cursou   o antigo Ginásio e Normal, no Colégio  das irmãs Doroteias. E foi em Fortaleza, nessa época, que lhe surgiu o cognome de Jeanete quando o Frei Marcelino de Milão ao interpretar para as alunas do colégio, o filme de Joana D'arc,  solicitou que  seguissem o exemplo de Jeanete, nome francês  de Joana. Pelo bom comportamento e conduta exemplar de Joana de Moraes Souza, suas amigas e colegas de colégio passaram a chamá-la de Jeanete.
Católica fervorosa, repito, possuidora de uma fé inabalável e temente a Deus participou de diversos movimentos católicos e sociais sempre com o objetivo de levar ao próximo uma palavra amiga, um conforto, enfim o AMOR, como no trabalho pelos enfermos assistidos pela Ala Paciente com Franciscanos Seculares “levando sua experiência de trabalho aos hansenianos, pois como voluntária foi uma das fundadoras do IGAPA – Instituição de Garantia Assistencial Parnaíba, organização não-governamental criada em 1979.”
Jeanete de Moraes Souza não apenas na religiosidade, mas também na literatura.
Escritora, poetisa, teatróloga, cronista e romancista pertenceu a Academia Parnaibana de Letras – APAL e foi a primeira ocupante da cadeira de nº 10 que tem como patrono o poeta Francisco Ayres. O atual ocupante da cadeira é o seu filho, o médico e atual prefeito de Parnaíba Francisco de Assis Moraes Souza.
Do seu casamento com Joaz Rabelo de Souza nasceram-lhe os seguintes filhos:  Maria Christina, Antonio Jose ( falecido ) , Yeda , Paulo de Tarso e Francisco de Assis ( o Mão Santa).
Neste dia 12 de julho, nós daqui da terra, seus amigos, admiradores, familiares também iremos homenagear dona Jeanete, e nossos parabéns será em forma de oração como ela sempre fez em vida, a vida que tanto amou,  tanto assim que escreveu um poema denominado AVIDA, UM HINO DE AMOR o qual considero uma das belíssimas páginas que compõem a literatura parnaibana.

Publicamos a seguir o poema MEU TESTAMENTO de autoria da nossa homenageada. 


sábado, 11 de julho de 2020

APAL ELEGE MEMBRO EM VOTAÇÃO VIRTUAL

Uma eleição inédita no Piauí para a escolha de um membro  acadêmico foi realizada neste sábado 11 de julho na cidade de Parnaíba.
Através de  e-mail ou  pelo aplicativo do whatsapp os membros da Academia Parnaibana de Letras puderam votar no candidato José James Pereira, para preenchimento da cadeira de nº 09, vaga com o falecimento do magistrado José Nicodemos Alves Ramos, falecido em dezembro do ano passado.
Embora sendo uma votação virtual, os recursos tecnológicos permitem o anonimato do votante, assim sendo,  o voto continuou secreto como nas eleições no qual é depositado em urna.
Oitenta por cento dos acadêmicos participaram dessa eleição e todos foram unânimes em votar a favor do candidato José James Gomes Pereira, que foi eleito com cem por cento dos votos. 
A Academia Parnaibana de Letras possui um total de 40 cadeiras sendo que duas,  faltam ainda  os membros eleitos tomarem posse,  e  esta agora que acaba de ser preenchida.
A contagem dos votos foi feita  em reunião extraordinária por vídeo conferência aberta pelo presidente do sodalício, escritor e jornalista José Luiz de Carvalho e conduzida pelo secretário geral Antonio Gallas,  com a participação dos seguintes acadêmicos: Altevir José Esteves,  Breno Ponte de Brito, Claucio Ciarlini,  Elmar Carvalho,  Diego Mendes Sousa, Dilma Ponte de Brito, Francisco de Assis Cajubá de Brito, Francisco Pereira Silva Filho (conhecido em Parnaíba como professor Francisco Filho), Renato Araribóia de Brito Bacellar e Roberto Cajubá da Costa Britto.
Após a constatação dos votos e não havendo mais dúvidas sobre a eleição foi enviado um link para o candidato eleito adentrar à vídeo conferência,  o que aconteceu. Na oportunidade ele fez um breve pronunciamento de agradecimento e foi saudado por todos os acadêmicos presentes virtualmente.

Novo imortal parnaibano Desembargador José James Gomes Pereira
José James Gomes Pereira é parnaibano, escritor e  desembargador e atualmente  exerce a presidência do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí. Ano passado lançou em nossa cidade o livro Pluralismo e Democracia, Desafios para o Constitucionalismo Contemporâneo. 
Sem dúvida esta foi uma eleição que ficará nos anais da APAL e da história da literatura parnaibana.








Muito em breve o novo acadêmico tomará posse também de forma virtual, por vídeo conferência e tão logo passe  esses  problemas de confinamento e isolamento social haverá a posse festiva para comemorar a entrada de mais um ilustre parnaibano na Academia de Letras desta cidade, a Academia Parnaibana de Letras - APAL, Casa de João Cândido.
Texto de Antonio Gallas


sexta-feira, 10 de julho de 2020

MÁRIO JOSÉ PIRES DE SANTANA - MISSA DE SÉTIMO DIA

TODOS ESTÃO CONVIDADOS A PARTICIPAREM DESTE ATO RELIGIOSO EM HONRA DA BONDOSA ALMA DE NOSSO COMPANHEIRO DE IMPRENSA  . 
Mário Santana será também homenageado pela Câmara  Municipal. A pedido do presidente do Instituto Histórico Geográfico  e Genealógico de Parnaíba, o vereador Geraldo Filho, presidente da Câmara Municipal de Parnaíba irá elaborar um projeto para dar o nome de Mário Pire de Santana a uma das ruas de Parnaíba.
Mário o Marinho como era conhecido na intimidade pelos amigos recebeu diversas homenagens póstumas feitas por seus colegas, amigos e colaboradores. Aqui no blog quero destacar a homenagem que lhe foi prestada pelo poeta Carlos Pontes. Veja o vídeo:



FRENTE TUTÓIA - CONVITE





Fique ligado! 💬🙋🏻‍♀️🙋🏽‍♂️

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quinta-feira, 9 de julho de 2020

O BECO

Por Socorro Matos(*)


A pandemia mudou de uma hora pra outra nossa rotina é nossos hábitos. Na minha casa por exemplo, a cada quinze dias vinha uma senhora passar roupas mas como mencionado acima.a pandemia nos fez mudar esta rotina. Combinamos que quando houvesse muitas roupas para passar eu iria levá-las à casa dela.(Com todos os cuidados necessários , é claro).
Arrumei todas as roupas coloquei no carro e fomos à casa de Dona Lúcia, este é o nome da nossa personagem, ela mora no finalzinho da rua, pra melhor dizer, do beco, pois é, um beco sem infraestrutura, rua sem calçamento e pequenas casinhas coladas umas nas outras. 
Ao adentrar na rua pude observar crianças e jovens soltando pipas, idosos sentados nas calçadas e o que mais me comoveu, jovens usando drogas em plena luz do dia, sem nenhuma cerimônia como se fosse a coisa mais natural do mundo!!
Tentei me colocar no lugar daquelas pessoas humildes, marginalizadas, esquecidas, entregues à própria sorte naquele beco sem saída, ou melhor ,que só tinha saída pelo cemitério, caminho que tornava o percurso mais rápido para o comércio e o mercado mais próximos. 
Fiquei a me perguntar por que as autoridades não olhavam para aquelas pessoas, será que elas não mereciam o mínimo de dignidade?
Aquele beco escondido talvez só fosse visto em período eleitoral ou quando acontecia um crime pela vizinhança e a polícia ia fazer uma investigação, provavelmente o criminoso estivesse lá no beco. O BECO DOS ESQUECIDOS!














(*) Socorro Matos é professora de Língua Portuguesa.

UM TREM PARA VER MORENINHA

Por Pádua Marques (*)



Naquela hora da manhã o largo da estação da Estrada de Ferro Central do Piauí, no Macacal, já não cabia uma cabeça de prego que fosse, tanta era a quantidade de gente pronta a embarcar nos vagões pra ir até o Campo de Aviação do Catanduvas, lá em cima, ver de perto o avião que o Aero Clube de Parnaíba havia ganhado e que iria fazer seu primeiro voo. Era gente que não acabava mais, feito Domingos Clarindo, vendedor de pirulitos de açúcar queimado.
Domingos Clarindo aproveitou também pra trazer naquele passeio os cinco meninos menores, Domingos Filho, Raimundo, Genésia, Pedro e Socorro, tirando eles de dentro daquela casa pequena nos Campos e pra mostrar o movimento dos aviões. A toda hora corria um boato entre aquela multidão sobre a hora da partida do trem e enquanto isso, era chegando mais gente, chegando mais gente. Gente vinda de Ilha Grande, Buriti dos Lopes, Piracuruca, Bom Princípio, Cocal, Amarração, tudo enfim e quanto era canto.
Vendedores de laranjas, café, bolo de tora e de goma, bananas, refrescos, roletes de cana, bolos de milho, toda sorte de coisa pra comer e beber naquele dia de sol quente e limpo na Parnaíba de 1942, três anos depois de ter rebentado uma guerra na Europa e que começava a causar dor de cabeça nos homens da Casa Inglesa, Marc Jacob e do Moraes, essa gente que havia formado fortuna com a cera de carnaúba. Já não havia muito movimento no porto Salgado e o porto de Tutoia causava era pena.
Mães e pais com seus filhos vestidos com as roupas de domingo, aquelas roupas de ir à missa, estavam esperando o trem dar sinal de que iria sair. Alberto de Moraes Correia estava rindo à toa com o feito. Tudo aquilo era o resultado de uma campanha imensa da Rádio Educadora, de Edison Cunha, Elias Magalhães, Benedito Jonas Correia e Fonseca Mendes. Haviam conseguido com a Companha Nacional de Aviação Civil, três aviões, o Moreninha, Alfredo Gomes e Rangel Pestana..
Alberto de Moraes Correia, um dos diretores do Aero Clube de Parnaíba, estava cheio de rapapés pra Souto Maior, um dos maiores pilotos brasileiros da época e que trazia o Moreninha, o primeiro dos três aviões. Mas era muita gente indo e vindo procurando uma brecha nos vagões, rezando. Vicente e a mulher, dona Ana, vieram da arenosa Guarita prontos pra embarcar rumo do Campo de Aviação do Catanduvas.
Deixaram os meninos menores com a avó dona Inácia, mas levaram o maior, Vicentinho, de uns oito anos e que já não dava trabalho em meio de gente. Vicente, assim como tantos outros homens de sua idade, que pouco sabia assinar o nome, ia tomar pé de algum serviço. Via longe aquele negócio de avião e estrada de ferro. Vai que mais lá pra frente precisasse de gente pra trabalhar limpando avião, varrer e juntar o cisco nas oficinas, essas coisas? O filho até ali não tinha feito vergonha ao casal. Olhava tudo e a todos admirado, mas encabulado.
Na hora do embarque no vagão, Vicente, a mulher, o menino e os outros foram empurrados pra dentro feito gado indo pra o matadouro naquele atropelo de dar medo. O menino quis, mas engoliu o choro com medo de levar um puxão de orelhas da mãe. Aguentou firme os coques que levou na cabeça, de uns moleques de ponta de rua, dois vendedores de tapioca, mas ficou ali com os olhos fitos em tudo. Empurrões, gritos, insultos, nome feio, mas em pouco tempo e todo mundo acomodado, o apito da máquina dava sinal de que eles estavam indo no rumo do Campo de Aviação do Catanduvas. 

Depois veio a mata rala do Macacal e aquela gente olhando pra esquerda e depois pra direita, boca aberta com as carnaubeiras dentro dos alagados, algum passarinho voando assustado e deixando o ninho nalgum galho de pé de sabiá por causa do barulho e da fumaça do trem. De repente vem de cima sentido de que mais gente já estava lá ou que caminhando preferiu ir a pé. Um casal aqui, dois ou três colegas mais na frente, seis rapazes ou mais caminhando rente aos trilhos, cantando e contando lorota pra matar o tempo.
E aquele terror de sol não tirou aquela gente de dentro de pouco tempo estar descendo com a mesma violência com que havia subido em Parnaíba, agora na frente do campo, aquele lugar distante, sem um pé de pau pra se ficar embaixo e apenas as grandes oficinas onde estava o Moreninha, o prefeito Mirócles Veras, o pessoal do Aero Clube, soldados e a banda de música. Dali mais um pouco Souto Maior faria a exibição com o Moreninha e o povo iria bater palmas, dar gritos, chorar. Coisa de fazer até menino se mijar de medo.
Souto Maior estava ali pra impressionar o povo junto com aqueles maiorais da Parnaíba e não causou vergonha. Com o macacão de piloto e depois de levar o Moreninha pra pista e tendo todo o tempo Alberto de Moraes Correia e outros rapazes ricos do lado. Veio de lá um sujeito e deu um movimento numa das hélices e quase que no mesmo momento, questão de segundos, ela se pôs a girar fazendo muito barulho. O Moreninha corre um pouco na pista de piçarra se sustentou no ar e ganhou altura, pouco mais de trezentos metros. Depois daquilo tudo, daquele dia de admiração com tudo que havia visto, agora era voltar pra casa e contar pra quem não viu.
(*)Pádua Marques escritor contista e jornalista. Membro da Academia Parnaibana de Letras.


segunda-feira, 6 de julho de 2020

Nota de Pesar - James Kelso Clark Nunes



SAUDADE


Parnaíba foi tomada de surpresa, ontem, domingo (05 – 07 – 2020) com a notícia do falecimento, vítima da COVID-19, de JAMES KELSO CLARK NUNES (o JIMMY), 92 anos, acontecida em Fortaleza (CE) onde residia há muitos anos.
JIMMY CLARK deixa uma lacuna enorme na história do Rotary Internacional, tendo sido governador do Distrito 4490 no ano rotário 1987/1988 consagrado pelo lema “Rotarianos – Unidos para servir – dedicados à paz”. Seu ingresso em Rotary deu-se em 1952, no RC de Parnaíba e, quando passou a residir em Fortaleza (CE) (1955) pertenceu, aos dias finais de sua vida, ao RC Oeste.
JIMMY deixa viúva a senhora (também de tradicional família de Parnaíba) Maria do Carmo Correia Clark Nunes e os filhos: Jimmy Júnior, Mauro, Carmen, Mônica, Ivana e Kelso, além de netos e bisnetos.
JIMMY mantinha estreita fraternidade com o presidente da Fundação Dr. Raul Furtado Bacellar. Para ele, em e-mail datado de 16 de abril deste ano, Renato Bacellar encaminhou-lhe a seguinte mensagem:
Jimmy,
Está ótimo o "SUA MAJESTADE O COVID-19" que publicado no blog "Riquezas de Vida" - 31/03/2020.
Vou repercuti-lo aos companheiros do Rotary, da SOAMAR (Sociedade Amigos da Marinha), da ASCOMPAR (Associação dos Comunicadores de Parnaíba), aos confrades da APAL (Academia Parnaibana de Letras), aos meus alunos da Universidade Estadual, conterrâneos residentes em outras plagas do Brasil e do exterior, além de parentes e amigos.
Você tem muito a contar. Depois é reunir ditas revelações em uma nova edição (revista e ampliada) do "RIQUEZAS DE VIDA" ou até em outro livro que poderá levar este título: MEMÓRIAS.
Forte abraço extensivo a todos de sua família
do, Renato Bacellar”.
É de muita SAUDADE a perda de tão querido conterrâneo. Para a família e para todos nós, James Kelso Clark Nunes (Jimmy) “...completou sua bela trajetória de vida terrena e está agora na presença de seu Salvador, o Senhor Jesus Cristo!”
Parnaíba – PI, em 06 de junho de 2020
Renato Araribóia de Britto Bacellar

Nota de Pesar - FRFB - Mário Pires Santana



FUNDAÇÃO DR. RAUL FURTADO BACELLAR externa o seu sincero pesar pelo falecimento do jornalista e escritor conterrâneo Mário Pires Santana, 74, ocorrido na cidade de Fortaleza (CE) neste último domingo (05/07/2020), depois de lutar contra o “coronavirus” (COVID-19) que tem dizimado vítimas no mundo inteiro.
MÁRIO PIRES SANTANA sempre esteve muito próximo desta FUNDAÇÃO a quem apoiava efusivamente as atividades voltadas para as classes menos favorecidas da sociedade parnaibana.
À família enlutada os nossos sentimentos de solidariedade cristã.

Parnaíba – Piauí, em 06 de julho de 2020

Renato Araribóia de Britto Bacellar
Presidente da Fundação Dr. Raul Furtado Bacellar

ASCOMPAR - NOTA DE PESAR

MÁRIO PIRES DE SANTANA

ASSOCIAÇÃO DOS COMUNICADORES SOCIAIS DE PARNAÍBA – ASCOMPAR lamenta a morte do seu ilustre associado, jornalista MÁRIO PIRES SANTANA (foto), 74 anos, ocorrida ontem (05-07-2020) à tarde, na cidade de Fortaleza (CE) para onde havia se deslocado à procura de tratamento médico contra a “COVID-19”.
MÁRIO PIRES SANTANA honrou o meio de comunicação social de Parnaíba como jornalista, escritor e blogueiro. Filho de tradicional família desta cidade, estudou na Escola Primária da conceituada educadora Nenem Barros, que mantinha seu estabelecimento na Rua Álvaro Mendes; fez seu ginásio no então Ginásio Parnaibano (posteriormente oficializado de Colégio Estadual Lima Rebelo); foi estudar (curso científico – conclusivo do 2º grau) em Fortaleza (Ceará). Graduou-se técnico em química e estudou essa disciplina na Universidade Federal da Bahia (BA). Ingressou na PETROBRÁS onde prestou o brilho de sua competência funcional por mais de duas décadas.
MÁRIO sempre cultivou as letras. Ao retornar para sua cidade natal (Parnaíba) tornou-se colaborador do “Norte do Piauí”, do jornalista Mário Meireles, escrevendo poesias, contos, crônicas e discorrendo sobre assuntos do dia-a-dia transcorridos na cidade. Atualmente escrevia para o “Correio do Norte”, do jornalista José Luiz de Carvalho.
PIRES publicou, em 2011, “DE PARNAÍBA A BAGDÁ” – um repositório de crônicas bem aplaudidas pelo público literato. Em parceria com José de Nicodemos Alves Ramos, Diderot Mavignier, Graça Ramos e outros, colaborou na edição do livro “Parnaíba de A a Z”.
SANTANA, desde 2013 (março) mantinha o seu acreditado “Blog do Mário Pires”.
MÁRIO PIRES SANTANA, além da ASCOMPAR, pertencia ao INSTITUTO HISTÓRICO – GEOGRÁFICO E GENEALÓGICO DE PARNAÍBA (PI) – IHGGP.
PARNAÍBA, com a morte do ilustre conterrâneo sente-se profundamente entristecida, estando a ASCOMPAR, por sua diretoria, a levar suas condolências à família enlutada.
Parnaíba – Piauí, em 06 de julho de 2020
(RB)

domingo, 5 de julho de 2020

IHGGP-PI - NOTA DE PESAR





NOTA DE PESAR 

O Presidente do Instituto Histórico Geográfico Geográfico e Genealógico de Parnaíba- PI - IGGHP -PI, em nome de todos os associados, vem manifestar os mais profundos votos de pesar à família de seu membro MARIO PIRES DE SANTANA falecido hoje, 05 de julho, em Fortaleza - CE.
Ao mesmo tempo em que enviamos  nossos pêsames à família de nosso associado falecido, elevamos nossos pensamentos a Deus Pai para que o receba na sua Santa Glória, com todas as honras do qual ele foi merecedor pelos seus feitos aqui nesta vida terrena.
DESCANSE EM PAZ,  MÁRIO.
Parnaíba, 05 de julho de 2020.
REGINALDO PEREIRA DO NASCIMENTO JUNIOR
Presidente do IHGGP-PI