ACREDITAR EM QUEM?
Poderia dizer que não sou afeito à política, tendo em vista que procuro evitar discutir o assunto. Já me desentendi e perdi muitas amizades por isso. Neste blog, evito postar matérias de opinião, críticas e até mesmo elogios. Entretanto, a política faz parte da vida de cada cidadão, principalmente em uma nação democrática como é o Brasil. Todavia, de uma coisa me orgulho: até hoje, tudo o que conquistei em minha vida foi graças à educação que recebi dos meus pais e aos meus estudos. Em todos os concursos aos quais me submeti, fui aprovado com distinção. Inclusive, sempre fui bem classificado nos exames para bolsas para estudar no exterior — scholarships.
Nunca esqueci, e jamais esquecerei, os elogios que recebi da professora Lorena, diretora do ICBEU — Instituto Cultural Brasil-Estados Unidos, em Fortaleza-CE. A unidade ficava na "Cidade da Criança", no centro da capital alencarina. Foi lá que, em 1974, prestei exames para uma bolsa que me daria o direito de passar dois anos, sem gastar um centavo de meu dinheiro, em Haia, onde ficam a sede do governo, o parlamento e a residência da família real dos Países Baixos. Durante o período, eu faria um curso de programação de rádio. À época, eu apresentava a "Crônica da Cidade" — de maior audiência no horário. Isso, porém, não aconteceu, pois foi justamente quando minha mãe, dona Zila Gallas, adoeceu de um câncer no fígado e veio a falecer.
Mas como afirmei, a política afeta nossas vidas, e, diante de tanta "safadeza" que temos visto serem divulgadas nas mídias sociais, nos principais meios de comunicação nacional e internacionais, pedi à "Meta — Inteligência Artificial" um texto abordando o seguinte: "Acreditar em quem? Gostaria que elaborasse um artigo com esse título discorrendo sobre o comportamento atual dos políticos brasileiros. Sem citar nomes, o texto deve abordar como, em vez de cuidar dos interesses da população, muitos têm se dedicado aos próprios interesses e se envolvido em atitudes desonestas, conforme divulgado por canais de notícias de todo o país e até do exterior." Eis o texto elaborado pela IA:
"Acreditar em quem?
Vivemos um tempo em que a pergunta mais repetida nas rodas de conversa, nos grupos de WhatsApp e nos noticiários é simples e direta: em quem confiar?
O papel do político, em teoria, é um só: cuidar do interesse público. A Constituição define o mandato como um dever com a população, com a saúde, com a educação, com a segurança, com a infraestrutura e com o uso responsável do dinheiro que vem do próprio povo.
Na prática, porém, o que os canais de notícias do Brasil e até veículos internacionais vêm divulgando com frequência é outro cenário. São reportagens diárias sobre desvios, privilégios, acordos de bastidores e decisões que beneficiam grupos específicos em detrimento da coletividade. Investigações, CPI’s, operações policiais e escândalos de corrupção viraram pauta constante, e não exceção.
O afastamento entre representante e representado
Quando o foco do mandato deixa de ser a rua, a escola, o hospital e a obra inacabada, e passa a ser a manutenção de poder, cargos e vantagens pessoais, a população sente na hora. A consequência aparece no dia a dia: serviços que não funcionam, promessas que não saem do papel e a sensação de que o jogo foi combinado sem o cidadão.
Esse comportamento gera três efeitos diretos:
1. Descrença nas instituições: Se quem deveria fiscalizar parece envolvido, a confiança no sistema inteiro desmorona.
2. Apatia ou revolta: Uma parte escolhe afastar-se da política. Outra parte cobra com mais força nas redes, nas ruas e no voto.
3. Crise de representatividade: Surge a pergunta: para quem, de fato, esse político está trabalhando?
O preço da desonestidade
Atitudes desonestas não são “casos isolados” quando se repetem e viram notícia em todo o país. Elas custam caro. Custam em dinheiro público mal aplicado. Custam em oportunidades perdidas. Custam, principalmente, na credibilidade. Um país que não acredita em quem o representa tem dificuldade de avançar em qualquer projeto de longo prazo.
Então, acreditar em quem?
Talvez a resposta não esteja em “um nome salvador”, mas em critérios. Acreditar em quem presta contas com transparência. Em quem tem histórico de mandato alinhado com dados, e não só com discursos. Em quem aceita ser fiscalizado, responde perguntas difíceis e trata o cargo como serviço, não como privilégio.
Enquanto isso não for a regra, a pergunta “Acreditar em quem?” vai continuar ecoando. E ela só deixa de fazer sentido no dia em que o interesse público voltar a ser, de fato, o único interesse em jogo."
Imagens produzidas pela IA