MARINA CANAVIEIRA FONSECA
- mulher bondosa e acolhedora. Recebia a todos em sua casa como se fossem filhos -
| Natal em Família: dona Marina (de vestido branco) rodeada por filhos, netos, bisnetos, recebendo o carinho, o amor e a dedicação de todos. |
Há um adágio popular que diz: "quem quiser ser bom, que morra!"
Não concordo, muito menos acredito nesse ditado.
Pessoas boas são reconhecidas todos os dias: no abraço, na mesa farta, no conselho dado...
E quando Deus as chama para a Morada Eterna, elas não são esquecidas. São exaltadas. Viram bênçãos na vida dos filhos, dos sobrinhos, dos netos, dos amigos...
A bondade não acaba. Ela atravessa o tempo, rompe barreiras e perpetua-se em nossas lembranças, como é o caso de Dona Marina Canavieira Fonseca, que na manhã de domingo, dia 19 de julho, partiu pra Casa Celestial, deixando-nos uma grande saudade e o seu exemplo de bondade.
Mas a bondade não morre. Ela vira história, vira oração, vira referência!
Filha de Júlio Matos Canavieira e Crisalis e Silva Canavieira, teve os seguintes irmãos: José Júlio, Francisco Solon (Kiko), Maria da Graça, Maria José - falecidos, Antônio de Pádua, Magnólia e Maria do Carmo (ainda vivos).
Casou-se com Raimundo Soares da Fonseca ( o seu Mundoco) com quem teve os seguintes filhos: Diana (in memoriam), Francisco, Helvécio, Sued, Romildo, Crisalis, Aida, Concita, Marília e Cleia. A todos os filhos, juntamente com o esposo (que também faz parte de meu livro "Personalidades Tutoienses" a ser lançado em breve), soube dar o amor, o carinho, a educação, "base estrutural que molda a identidade, os valores e o futuro de uma pessoa". Deixou um grande legado.
O mundo pode ser injusto às vezes, mas gente boa deixa marca. E marca boa não some. Assim tenho na lembrança - permanecerá eternamente, o tratamento que recebia de dona Marina quando estava em Tutóia e era recebido em sua residência. Era como se eu fosse seu próprio filho. Ressalto que faço parte da família, tendo em vista que minha esposa, a Cisa (Maria da Graça), é sobrinha pelo lado materno de dona Marina.
Várias foram as mensagens que recebi solicitando que as enviasse aos demais familiares.
Amélia Carvalho Araújo desculpou-se por não poder comparecer ao velório em virtude da visita de um irmão que mora em Recife. Pedro Pio da Penha Reis, tutoiense que reside na capital do Maranhão - São Luís: "Foi ao encontro da Diana... que Deus a tenha recebido em Sua Casa Eterna e a leve a descansar em paz com todos os seus familiares que a precederam com a Sua luz que nunca se apaga." Francisco das Chagas Souza - o Chagas dos Correios, juntamente com sua esposa Maria do Livramento Oliveira de Souza, que é minha prima e conhecida na intimidade por Lili, assim se manifestaram: "À família, nossos pêsames sinceros. DEUS a receba e cuide de sua alma, conforte seus familiares e amigos dando-lhes força e resignação ! O Chagas ainda se manifestou com o seguinte: "Momento difícil, mas, basta lembrar de DEUS, o alívio acontece, a força se multiplica e a gente resiste. DEUS nos concede resignação e as lembranças de momentos felizes vividos com ela nos fortalecem. DEUS, por ser misericordioso, nos ampara." Benedito Rocha, o Biné do seu Binú da Usina, também enviou a seguinte mensagem: "Uma Mulher abençoada!
Família muito gente boa.
Deus conforte o Coração de Todos. 🙌🙏"
E assim foram várias mensagens enviadas por pessoas que estavam ausentes, não puderam ir ao velório, nem ao sepultamento, bem assim às Missas de Sétimo Dia que aconteceram em Tutóia, Parnaíba e São Luís, cidades nas quais Marina Fonseca possuía parentes e amigos.
Que o exemplo da Dona Marina continue falando alto aí na família. Bondade assim não se perde, ela se multiplica e permanece eternamente em nossos corações.
Nenhum comentário:
Postar um comentário